domingo, 24 de junho de 2012

Cristais para proteção


Acidentes esmeralda, turmalina negra
Bloqueios espirituais turmalina negra
Bruxaria ônix, turmalina negra, turmalina quartzo
Doenças quartzo verde
Feitiçaria ônix, turmalina negra
Influências e energias negativas calcita verde, hematita, jaspe indiano, turmalina negra
Magia negra ônix, turmalina negra
Mau olhado olho de tigre, turmalina negra
Maus espíritos jaspe indiano, turmalina negra
Obsessão turmalina negra
Pesadelos calcedônia
Sofrimentos da alma turmalina negra
Todos os males ágata, ágata azul, ágata de fogo, ágata lilás, ágata verde, ágata rosa, olho de tigre, ônix, turmalina negra

Cristais para desenvolvimento


3ª visão ametista, sodalita, lápis lazuli
A capacidade de meditação ametista, cristal fumê
A capacidade de atrair os seres de luz ametista, calcita azul
A capacidade de prever o futuro ágata musgo, jaspe bahia, sodalita
A verdade interior ametista
Amor fraternal quartzo rosa
Clareza de pensamento cristal, ametista
Clarividência aspe bahia, sodalita
Compaixão quartzo rosa
Compreensão labradorita, esmeralda, fluorita, quartzo rosa, sodalita
Consciência divina cristal, ametista
Desapego cristal fumê
Disciplina lápis lazuli, ônix
Energia positiva cristal
Equilíbrio cristal fumê, howlita azul, quartzo azul, turmalina quartzo
Espiritualidade ágata lilás, ametista, topázio imperial
Harmonia quartzo azul, turmalina quartzo, unaquita
Intuição ametista, lápis lazuli, olho de falcão, sodalita
Mediunidade sodalita
Pensamento positivo calcedônia, calcita azul
Sabedoria interior cristal, ametista
Sensação de paz interior ametista, calcedônia, howlita branca, topázio imperial
Serenidade calcedônia, calcita verde
Sonhos premonitivos ágata musgo, jaspe bahia, sodalita
Vidência sodalita

MANDALA DOS CIGANOS

Mandala significa círculo em sânscrito. Aqui, ela designa um diagrama simbólico de uma mansão sagrada, o palácio de uma divindade meditacional, representando todas as qualidades iluminadas. A palavra tibetana para mandala é kyilkhor (tib. dkyil khor), centro-círculo. Cada mandala é associada a uma certa divindade; porém, essas divindades não são "deuses" ou "deusas", mas buddhas (tib. sangs rgyas/ sangye), seres iluminados que demonstram sua compaixão, sabedoria e habilidade para liberar todos os seres do sofrimento e levá-los ao despertar.

As mandalas são pintadas como thangkas, representadas tridimensionalmente em madeira ou metal, simbolizadas por montes de arroz, ou construídas com areia colorida sobre uma plataforma. Neste último caso, a mandala é desfeita após algumas cerimônias e a areia é jogada em um rio próximo, para que as bênçãos se espalhem. A dissolução de uma mandala serve também como exemplo da impermanência.

As técnicas de construção de mandalas fazem parte do aprendizado dos monges tibetanos, incluindo a memorização dos textos que especificam os nomes, proporções e posições das linhas principais que definam a estrutura básica das mandalas. Esses textos não descrevem cada linha ou detalhe, mas servem como guias para complementar a ajuda dos monges mais experientes.

A base central segue proporções de 8 x 8, semelhante à arquitetura dos templos indianos tradicionais e dos altares védicos. O ponto cardeal norte é representado à direita, o sul à esquerda, o leste abaixo e o oeste acima. O centro da mandala representa a essência, a natureza búddhica, a própria iluminação.

Geralmente, essas mandalas são construídas no início de uma cerimônia de iniciação (sânsc. abhisheka, tib. dbang bskur/ wangkur), na qual um mestre (sânsc. guru, tib. bla ma/ lama) qualificado autoriza seus alunos a praticar um tantra. Os tantras (tib. rgyud/ gyü) são escrituras esotéricas que descrevem diversos tipos de yogas (tib. rnal 'byor/ nenjor) — meditações, visualizações, recitação de mantras — para alcançar a iluminação. Por exemplo, em uma iniciação de Kalachakra, o mestre autoriza seus alunos a praticas as yogas das escrituras do Kalachakra Tantra; aqueles que atingem a verdadeira realização dessas práticas alcançam o estado iluminado do buddha Kalachakra.